Tão raro

Nem os estudiosos da anosa biblioteca de Alexandria. Nem os poetas do ermo cais baldio. Nem os analistas das ciências naturais e humanas. Nem os astrólogos fiéis aos corpos celestes. Nem os intelectuais do centro da cidade. Nem os autores dos saberes apócrifos. Nem as testemunhas da maior prova de afeto.

Ninguém é capaz de entender o sentimento de amor e ternura, que corre perene e constante, entre mim e você.

(Ouvindo “Chico Buarque – Valsinha”)

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