Do interior

– Ando com dois relógios no pulso: um com o tempo em que vivo, outro com o tempo que falta. Às vezes me pego perdida entre tempos, entre ansiedade e inquietude. Bagunço as palavras e confundo pequenos sonhos com a minha mera existência.

– Senta aqui do lado e vamos observar as pessoas simulando você. Vivendo sua ânsia, conservando o estresse, perpetuando a apreensão. Correndo de lá pra cá até caírem no sono sozinhas, de onde brota do pensamento a necessidade descabida.

– Ainda bem que quando eu sou amor eu esqueço tudo.

(Ouvindo “Cássia Eller – Luz dos Olhos”)

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