Cela

No fim do mundo que ninguém habita, mesmo assim, encontrei a solidão. Sentada na melhor poltrona, reconheceu o meu semblante com a rapidez de uma dormideira ao frágil toque. Corri do que vi. Corri do que senti. Aproximando-se de mim, sussurrou o medo, o vazio. No primeiro estorvo, confessei. Logo demos as mãos.

– Nesta vida meu corpo é cativeiro da alma que, embora goze a gosto, jamais se liberta.

(Ouvindo “MØ – Fire Rides [Night Version]”)

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3 comentários sobre “Cela

  1. Amanda!

    Gosto da fortaleza das palavras ao qual a realidade está exposta e bem estruturada. Gostei muito da sua poesia!

    Tenho uma categoria semana chamada: Novos Autores, ao qual publico e divulgado textos e perfis de novos escritores toda semana. Gostei muito da sua poesia e gostaria de poder publicá-la em meu blog. Se você concordar, dê uma passada em meu blog, tenho um post fixado com mais detalhes sobre as divulgações.

    Aguardo retorno!

    Att,
    Maria Vitoria

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