Cela

No fim do mundo que ninguém habita, mesmo assim, encontrei a solidão. Sentada na melhor poltrona, reconheceu o meu semblante com a rapidez de uma dormideira ao frágil toque. Corri do que vi. Corri do que senti. Aproximando-se de mim, sussurrou o medo, o vazio. No primeiro estorvo, confessei. Logo demos as mãos.

– Nesta vida meu corpo é cativeiro da alma que, embora goze a gosto, jamais se liberta.

(Ouvindo “MØ – Fire Rides [Night Version]”)

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