Sonha(dores)

Todas as manhãs eu adiciono o tempo e a calma
A cada convicção desajeitada que me aparece junto ao café.
Sem fé,
Até mesmo se me revelarem os dados científicos da ineficaz dos meus pensamentos,
Eu adiciono,
Brandamente,
Uma diminuta quantidade do amarelo de cada sonho brando meu.

Acontece que a vida não é feita para os sonhadores.
Ou pelo menos esta vida não é ainda.

(Ouvindo “Armandinho – Outra Vida”)

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