Sono dos justos

A Lua, cuja bruma superficial
Encanta além do seu nevoado
Rés-do-chão, pôs-me a sonhar,
Inesperadamente, com
Seu sugestivo pensamento
Perfeitamente agradável à vista.

Fui pega de sopetão, nem imaginei
Sequer que cairia em seus braços
Doces e perfumados de cafuné.

Sensível, confortada e leve,
Assim eu estava defronte a melhor
Espressão de bondosa noite.

Acabei me acostumando e,
De forma ou de outra, sem planear,
Mirava eu o céu com o intuito de
Encontrar a minha fiel companhia
De palavras sempre bonitas.

Bonitas ao meu ouvido rugidor.
Bonitas ao meu ausente amor.
Bonitas, simplesmente.

Eu gosto da Lua.
Faz-me bem muitas vezes.
Aliás, diversas.

(Ouvindo “Zeca Baleiro – Comigo”)

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