Chuva

Hoje, chove.

Na pele, tocam gotas de
Sensações formentas,
Que extasiam a alma
E aquecem o corpo
Insípido,
Monótono,
Desengraçado.

Gotículas caminham pelas curvas dos sorrisos
Tocando de leve o rosto puro.
Sentem de perto o pulsar do peito
E alimentam o apetite de escapar-se de si.

Arrastam entre olhares e cabelos
O desejo de não cessar o decair.

Felicidade,
Desvarios,
Desejos,
Gostos,
Cores
de uma chuva não passageira.

Hoje, chove alegria.

(Ouvindo “Gonzaguinha – Começaria tudo outra vez”)

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